sábado, 17 de janeiro de 2015


Guardarei o teu sorriso
onde guardo a flor que tinge o fio
da minha vida.
Guardarei o teu olhar e o oásis que
nele habita no latejar do meu coração
Guardarei a doçura da tua voz
e seus ecos infindáveis...
Que de tão doce açucarou minhas tristezas.

(Arnalda Rabelo)

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