quarta-feira, 6 de agosto de 2014


é ouvir o cantar dos anjos,
para que nunca me falte,
essa melodia de amor dentro do
coração.”
- Vera Queiroz -

O gesto de guardar meu coração num peito
que não é o meu.












"Amor verdadeiro é aquele que o vento
não leva e a distância não separa."

Não deixe que a vida leve de você
as coisas boas por um punhado de
outras que não deram certo.
Não se assuste.
Há sempre recomeços
para continuar a viver.

(Crisbalbueno)

Adoro vocês...
Beijossssss

Fiquem com Deus!

terça-feira, 5 de agosto de 2014


Quantas injustiças podem ser 
esquecidas no abraço de um amigo.

Uma excelente terça-feira
pra você.

bjsss

►Amizade Eterna►

As palavras sempre ficam. Se me disseres que me
amas, acreditarei. Mas se me escreveres que me
amas, acreditarei ainda mais.
Se me falares da tua saudade, entenderei. Mas se
escreveres sobre ela, eu a sentirei junto contigo.
Se a tristeza vier a te consumir e me contares, eu
saberei. Mas se a descreveres no papel, o seu peso
será menor.
Lembre-se sempre do poder das palavras. Quem
escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo.

(Silvana Duboc)


♡ Que Você Seja Sempre Feliz♡


.

Não é possível esconder-se ou escapar das
consequências das ações.
As leis físicas naturais que governam
esse universo expõem o ato mais secreto,
punem cada crime, recompensam cada virtude,
corrigem cada erro.
Tudo isso acontece de uma forma totalmente
incógnita, mas com absoluta segurança e precisão.

Brahma Kumaris

Beijinhos a todos,no ♥


05 de agosto de 2014 | N° 17881
FABRÍCIO CARPINEJAR

Quando você sabe que perdeu a casa

O símbolo do casamento não é quando ela traz a escova de dente.

É quando você perde o banheiro. Seu banheiro. Seu refúgio de anos de reflexão e de revistas antigas.

Não mais do que num relance, você passa a escovar os dentes longe da pia. Já treina segurar a espuma por mais tempo, bochechar a água incansavelmente até encontrar um lugarzinho para esguichar. Não repete a operação para não incomodar. O centro do espelho torna-se propriedade das manobras femininas.

Como deseja que ela se sinta em casa, cede os demais territórios de seus hábitos, abre generoso espaço, diz que ela não atrapalha, inspira sua maior participação.

Antes singelo com seus magros xampu e condicionador, o box recebe uma artilharia pesada de produtos. A gôndola transborda de potes gigantescos que sequer conhecia a existência: tem reparador de pontas, creme para pele, gel refrescante, sabonete íntimo... Sua vida anterior de 200ml é tomada por uma perfumaria litrão.

As duas torneiras do chuveiro são ocupadas pela calcinha lavada e pela esponja amarela. A esponja amarela é a prova de que ela está à vontade.

Ela se mudará totalmente para o apartamento não carregando as malas, porém o secador de cabelos. O único, o especial, aquele que comprou numa promoção e jamais estragou. Sinaliza que acabou o amadorismo da relação, os experimentos, os ensaios; pretende sair sempre impecável a partir dali. Já não quer sofrer com os cabelos secando ao vento, sem nenhum cuidado. Esgotou a fase das mechas molhadas e das toalhas como turbantes.

Disposto a mostrar que não precisa de muito, abre um canto no armarinho para que ela guarde seus produtos de maquiagem. De repente, ela diz que não entrou tudo. “Como?”, espanta-se. Então, esvazia seu lado direito e guarda seu módico kit de higiene em um estojo de primeiros socorros.

Seu banheiro virou um salão de beleza. Não tem mais a rudeza e a simplicidade de antes. O cheiro é de um campo de flores. A privada ganha capa, há sprays aromatizantes grudados nas paredes, o papel higiênico é igual a um guardanapo.

Constrangido perante a limpeza cirúrgica do ambiente, abandona seu uso diário e começa a frequentar o banheiro de visita. Não se deu conta, mas foi expulso do próprio banheiro. O banheiro da suíte agora é dela, o outro é seu. Não se falou nada sobre o assunto, aconteceu simplesmente.

Quando ela vem com suas roupas, surge o terror. Não há armário e cabides suficientes. Derruba suas calças e camisas, dobra seus ternos, e vê que pode encher as malas vazias provisoriamente com suas peças. Sedado pela paixão, faz as malas sem querer e está pronto para sair de sua residência.

Na hora em que ela está terminando a arrumação, olha desorientada para você.

– O que houve? – pensa que existe uma barata por dentro das estantes ou uma invasão de traças.

– Não sobrou prateleira para as roupas de verão, amor.

Ou seja, ela lotou todas as araras e floresta amazônica do quarto apenas com as roupas de inverno.

Não pergunta sobre as roupas de outono e primavera com medo da resposta. Isso que ela nem desempacotou os sapatos, as botas, os tênis, os chinelos, os cintos, os acessórios, o que demandaria o cofre de um magnata no banco suíço.

Se acordar dormindo na cozinha, ainda é um luxo.


Mulher não pede licença, ela se espalha.

05 de agosto de 2014 | N° 17881
LUIZ PAULO VASCONCELLOS

COINCIDÊNCIAS FÚNEBRES

“Não sei, só sei que foi assim”

Ariano Suassuna, Auto da Compadecida

A morte de três grandes escritores em julho último deixou o país perplexo. Mais ou menos como aquela série de gols da Alemanha contra o Brasil e que resultou no inesquecível 7 a 1 da última Copa. Com mais conteúdo, evidentemente, porque entre a morte de um escritor e um gol vai uma grande diferença.

O primeiro foi João Ubaldo Ribeiro, dia 18. Baiano nascido na Ilha de Itaparica, João Ubaldo foi jornalista, editor-chefe do jornal Tribuna da Bahia, contista e romancista consagrado com a publicação, entre outros, dos livros Sargento Getúlio, Vencecavalo e o Outro Povo, Viva o Povo Brasileiro, O Sorriso do Lagarto e A Casa dos Budas Ditosos, que em 2004 foi adaptado para teatro por Domingos Oliveira e resultou num trabalho inesquecível de Fernanda Torres.

No dia seguinte foi Rubem Alves, professor de filosofia e escritor de inúmeros livros para o público infantil. Perseguido pelo regime militar, Alves foi para os EUA, onde se doutorou pelo Princeton Theological Seminary com uma tese que, segundo o autor, serviu de base para a Teologia da Libertação, movimento que teve Leonardo Boff como seu mais enfático representante.

O terceiro foi o genial Ariano Suassuna, fundador, junto com Hermilo Borba Filho, do Teatro do Estudante de Pernambuco, o mais importante grupo de teatro amador do país nas décadas de 1940 e 50. Suassuna escreveu, entre outras, as peças Torturas de um Coração, O Casamento Suspeitoso, O Santo e a Porca, A Pena e a Lei e o Auto da Compadecida, esta última considerada por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”. Em 1970, iniciou o Movimento Armorial, juntando as formas de expressão popular com a música erudita nordestina.

Pois foi essa a coincidência que o recém acabado mês de julho nos reservou. E, convenhamos, três mortes de três grandes escritores em um único mês é uma baita perda. Que só foi superada pelo já longínquo abril de 1616, quando os dois maiores escritores das línguas espanhola e inglesa de todos os tempos faleceram, Miguel de Cervantes no dia 22 e William Shakespeare no dia 23. Haja coincidência...


segunda-feira, 4 de agosto de 2014


→♥Mensagens & Reflexões ♥←
.

Eu sou assim, ligada na tomada.
Sempre
querendo
encontrar uma razão pra tudo.
Pessoas como eu sofrem mais. Se
decepcionam mais.
Por outro lado, crescemos.
Evoluimos.
Amadurecemos.

Nada é estático em nossas vidas.
Nada é à toa.
Tudo ganha uma
compreensão, tudo é degrau, tudo eleva.

(Martha Medeiros)

By Keyla
Beijinhos a todos,no ♥

→♥ Reflexões ♥←

Não deixe de fazer algo que gosta 
devido à falta de tempo. Não deixe 
de ter alguém ao seu lado por puro 
medo de ser feliz. A única falta 
que terá, será desse tempo que 
infelizmente...Não voltará mais.

(Mário Quintana)


Beijinhos a todos,no ♥


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