sábado, 29 de agosto de 2015



Sempre que

Existir amor entre
Duas pessoas,
Nunca haverá um
Adeus.
Poderão haver algumas

Amam....Mesmo que esse
Dia demore..
LINDA TARDE PRA VOCÊ ANJO!
Adoro Você!






Existem momentos na vida em que uma única pessoa
nos faz acreditar que de amor é que se vive.
Que prosperam no coração da gente,
A doçura de uma crença no que é eterno...
Como um amar sem fronteiras, sem limites,
Sem fim.

(Cida Luz)
LINDO FINZINHO DE TARDE PARA VOCÊ !
Beijos no ♥

:
 


Boa Tarde meu Anjo!!!
"Amizades sinceras
são como as melhores frutas:
além de deliciosas, nos fazem muito bem!"

Beijinhos
Com carinho





30 de agosto de 2015 | N° 18279 
CARPINEJAR

Amiga para sair


Homem pode sair sozinho para uma balada e não vai parecer um psicopata.

Pelo contrário, será visto como um caubói, corajoso, livre atirador.

Sempre haverá um balcão para sentar e se mostrar seguro, sempre haverá um barman para puxar conversa e se distrair enquanto o tempo passa. Não depende de matilha e bando para se sobressair. Usufrui de independência para correr riscos, sem a pecha do isolamento, sem a carga social do abandono, sem a obrigatoriedade de uma cumplicidade aos seus crimes amorosos.

Já há um preconceito contra as mulheres.

É ela estar sozinha num bar em alta noite que já recebe todas as suspeitas. É fotografada culturalmente mais do que terrorista lendo jornal em metrô.

Torna-se dependente de uma amiga. Toda mulher precisa de uma amiga solteira. É um item indispensável para alçar voos e mergulhar na boemia.

Não pode somente aceitar o encontro de um homem para uma festa, precisa convencer a amiga, o que não é uma operação simples, mas uma trabalheira.

A aposta de flerte acaba sendo um convite coletivo.

Para um encontro a dois, a mulher recorre a um plano diabólico, a uma operação militar, a um cavalo de Troia.

Tem que cavar atrativos para tirar a sua amiga de casa. No desespero, é capaz de se oferecer para custear o táxi e a consumação. Ou de buscar e levar de volta. Ou de emprestar uma roupa e, inclusive, pagar a manicure.

A ala masculina não faz ideia do esforço de agenda: telefonar sem parar para voluntárias. Pior do que marcar futebol numa segunda-feira chuvosa.

O “sim” para ver alguém logo vira um “e agora, quem vai comigo?”. Bate um terror, uma caça às bruxas, uma acalorada licitação no Facebook.

A mulher é obrigada a trabalhar e ainda achar uma fresta em seu rápido intervalo para efetuar ligações e mandar mensagens e descobrir quem está disponível para a camaradagem e explicar a aproximação com aquele candidato.

Largar a vida de solteira requer primeiro persuadir uma confidente, com nenhum motivo em especial para o programa. Pois o papel da acompanhante não deixa de ser vexatório. Cumprirá a sina de segurar a vela e desfrutar do timing para abandonar a cena de fininho quando pintar uma atmosfera romântica. Sofrerá o constrangimento de se preparar e se maquiar para nada, apenas para atender aos caprichos de uma amizade.

Há grandes riscos de desistir da roubada na última hora e duplicar o caos da interessada.

E o que era difícil – arrumar uma companhia – transforma-se em missão quase impossível – arrumar uma nova companhia em cima do laço.

Mulher sofre para seduzir. Não subestime o que ela enfrentou para estar com você frente a frente.




30 de agosto de 2015 | N° 18279 
MARTHA MEDEIROS

A teoria do cachorro molhado

Gatos não gostam de banho, é sabido. O meu detesta. Outro dia o deixei numa pet shop para uma ducha completa e, duas horas depois, meu telefone tocou: eram os funcionários se desculpando, pois não haviam conseguido cumprir a missão. Haviam colocado o Nero numa jaulinha aguardando sua vez, e quando a vez chegou ele virou um tigre. Um tigre com dor de dente e pedra no rim, ninguém conseguiu encostar na fera. Saiu da pet shop tão imundo como entrara.

Quando a coisa aperta, o jeito é apelar para fórmulas caseiras. No dia seguinte, estávamos eu e minha filha conversando na cozinha quando vimos que Nero havia saltado para dentro do tanque da área de serviço a fim de lamber algumas gotas de água que sobraram por ali. Nem ao menos traçamos um plano verbal: bastou uma troca de olhares entre mim e ela para sabermos o que deveria ser feito. Me aproximei, abri a torneira bem devagarzinho e deixei cair um filete sobre a cabeça do bichano. Para nossa surpresa, não houve reação. 

Então passamos um sabonete líquido de uma forma meio disfarçada, como se estivéssemos fazendo um cafuné, até que tivemos que abrir mais a torneira para retirar o sabonete, e aí começou a selvageria. Pouparei você dos detalhes, já bastam as notícias catastróficas dos jornais. O que posso dizer é que Nero se sentiu traído, violentado, agredido, surrupiado em seus direitos. Mostrou as garras e jurou ódio eterno à família.

No entanto, o ódio eterno não durou nem três minutos, graças ao seu recurso de secagem instantânea. Não foi preciso enxugá-lo com uma toalha, ele preferiu fazer o serviço sozinho enquanto andava pela casa. Usou a teoria do cachorro molhado, que serve para gatos também: uma boa sacudida resolve.

Bem que podia ser assim conosco, seres de duas patas. Quer se livrar do que não lhe serve, quer tirar de cima um encosto, quer liberar-se do que é pegajoso, grudento, insatisfatório? Uma boa agitada na cabeça, tronco e membros, como se estivesse recebendo um passe. Pronto. Igualzinho como a gente faz quando sai da piscina, quando encontra refúgio numa marquise para fugir da chuva, quando escapa de uma nuvem de poeira. Abanar-se, arejar a roupa do corpo com umas puxadinhas, agitar os cabelos de um lado para o outro, até que o que não lhe pertence descole de você.

Funciona com água, poeira, fuligem, areia. Mas deveria funcionar também para mágoas, maus pensamentos, paranoias. Uma chacoalhada e xô, vai tudo embora, nos deixando zero bala de novo. Sem precisar da ajuda de Freud, Lacan, Jung, apenas adotando a teoria do cachorro molhado. Tente, às vezes a gente consegue. Uma boa sacudida e o ódio eterno por tudo e todos não excede mais do que três minutos.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015



26 de agosto de 2015 | N° 18274 
MARTHA

Bendita maldita

Assisti ao documentário sobre Cássia Eller e, ao terminar, pensei: tanta gente iria gostar, iria entender – ou não iria entender, mas ficaria mexido... É o que estou fazendo aqui. Convidando.

O filme segue a cronologia do nascimento à morte, cobrindo a infância, as primeiras apresentações, as relações amorosas, a maternidade e, por fim, o sucesso. Mas é muito mais do que um simples registro biográfico, e o interesse que desperta não se restringe aos fãs. É uma aula sobre diversidade.

Cássia era tímida. Cássia era vulcânica. Cássia era um doce. Cássia era o demo. Cássia era recatada. Cássia era despudorada. Cássia era roqueira. Cássia era sambista. Cássia era macho. Cássia era fêmea.

Para muitos, o parágrafo acima traz inverdades. Cássia era avaliada pelo senso comum apenas pelo seu lado B, e foi enquadrando-a desse jeito, como uma Janis Joplin tupiniquim, que muitos a digeriram. Cantora talentosa e porra-louca: pronto, está carimbada. Pode colocar na estante dos estereótipos.

Só que não. Todas as afirmações acima estão corretas, e essa multiplicidade de facetas deixa o povo inquieto. As pessoas costumam querer saber direitinho com quem estão lidando, e esse “direitinho” implica um perfil exato e coerente. Se não for assim, a maioria desiste e se afasta. Paradoxos dão trabalho.

Cássia Eller, além de encantar através da sua arte, confirmou que as pessoas não precisam ser malucas ou caretas, boazinhas ou endiabradas, isso ou aquilo. A conjunção alternativa – ou – exige um posicionamento, mas o fato de termos um caráter preponderante não aniquila a segunda hipótese. Mais vale enxergar o mundo através da conjunção coordenativa: e. Somos malucos e caretas, bonzinhos e endiabrados.

Cássia administrava, a seu modo, todas as mulheres e homens que nela existiam. Todas as sonoridades. Todas as reações. Ficava travada diante de um estranho, mas era uma leoa em cima de um palco. Ia de coturno para os bares, mas usava vestido floreado quando grávida. Tinha tudo dentro dela e esse tudo transbordava conforme a demanda do momento, e se isso confunde, azar do confundido. É vida sendo vivida às ganhas.

No final, o documentário traz uma rápida, mas necessária reflexão sobre como a imprensa foi apressada e leviana ao noticiar a morte da cantora. E, com mais destaque, mostra como foi a disputa pela guarda de Francisco Eller, com oito anos na época. 

Numa decisão precursora, o garoto ficou com a companheira de Cássia, com quem ele vive até hoje. Chico, como é conhecido, está lançando seu primeiro CD e, aos 21 anos, é retraído como a mãe, ao menos para entrevistas. Quando alguém pergunta sobre sua história, em vez de responder, ele pega o violão e avisa: “A música é outro jeito de contar”.

É sobre isso o documentário. Todos nós temos mil maneiras de nos contar.

sábado, 22 de agosto de 2015


Lindo Final de Semana!



Nesse caminho virtual
esbarrei com espinhos que ferem e incomodam
Mas nele, também existem flores, flores é você
Não posso ver o rosto, nem olhar em seus olhos
Mas posso sentir o aroma de sentimentos fraternos
que exalam do seu coração expressão do calor humano
do afeto e do carinho 
que trocamos nos momentos 
que compartilhamos, tocar meu coração e refletir
em minha alma, tornando insignificante a distância 
que se faz entre nós, que Deus me faça sempre 
presente no seu coração, assim como você está no meu.


Te adoro!

Beijos meus ...





Fale-me das flores.
Do perfume que agracia a vida e
das cores que alegram o olhar...
Fale-me dos sentimentos mais bonitos
que moram em teu coração.
Mostre-me a tua ternura e a paz de um
sorriso teu....


Boa noite Anjo!
Beijos mil



"E de repente, não mais que, uma tarde
quase quebrando de tão clara,
você chegou na minha saudade."


Beijos e meu carinho




Delicioso Final de semana
recados

"Bem no fundo do meu coração.
Embora fossem simples flores
virtuais fizeram brotar emoções
bastante reais.
E, eu sei bem o porquê...
nelas havia um pouquinho de você"





23 de agosto de 2015 | N° 18271 
CARPINEJAR

Meu filho aprendeu a perder


Jogo para ganhar. Jamais aceitei qualquer derrota, mesmo em treino, mesmo em amistoso. Não se arrisque no frescobol comigo, por exemplo, que vou encontrar um jeito de vencer, ainda que a brincadeira não proporcione nenhuma vantagem.

Só aprendi a perder por amor aos filhos. Passei a não mais me estressar com o placar pela alegria de vê-los felizes.

Quando Vicente era pequeno, eu não forçava o desempenho, não tirava vantagem de minha superioridade física, tirava o pé no futebol, treinava para acertar na trave com o gol feito. Ele sempre ganhava em nossas partidas no pátio.

Como trabalho paterno, restava-me tensionar o duelo: errar e ainda lamentar, perder e ainda resmungar e não permitir um escore muito dilatado. Dramatizava a derrota para não entregar que entregava o resultado. Disfarçava a marmelada com um toque de ribalta. O pequeno se esbaldava em comemorações, em gritos e rodopios, em uivos de triunfo, e esnobava a sua supremacia em histórias para a mãe no almoço e na janta.

Quando ele cresceu e ficou adolescente, comecei a firmar o passo, a aumentar a frequência do acerto, a equilibrar o duelo, a arrancar algumas vitórias em meio à enxurrada de derrotas. Saía lentamente da zona de rebaixamento. O esforço superava a encenação. Já suava excessivamente, já penava, já não economizava o fôlego. Fazia entradas duras e não me omitia de correr. As disputas milagrosamente se igualaram.

Festejava a humildade do meu rapaz: finalmente aceitava perder, admitia perder. Atingia um novo estágio do aprendizado da vida.

Diante dos revezes, em que não conseguia brilhar, ele me cumprimentava e reconhecia que fui melhor. Não botava a culpa nas circunstâncias. Não arranjava desculpas furadas. Até me elogiava pela vitória e me incentivava a prosseguir evoluindo os fundamentos.

Terminava encantado com o seu discernimento e a sua esportividade: inacreditável como se tornou leve e compreensivo, valorizando a competição acima do resultado! Antes intolerante e manhoso, mostrava-se solidário e gentil.

Mas não havia percebido, presa ingênua das maquinações do amor.

Tardei a ter consciência da real natureza da mudança de comportamento de meu filho.

Agora é ele quem me deixa ganhar de propósito, pois acha que envelheci.


23 de agosto de 2015 | N° 18271 
MARTHA MEDEIROS

A piada do macaco


A maioria das besteiras que fazemos é fruto de elucubrações que vão minando nosso cérebro

Sempre que começo a criar cenas fantasiosas na minha cabeça, lembro a piada do macaco. Você já deve ter escutado de mil maneiras essa história, mas vou contar do meu jeito: um cara está dirigindo sozinho na estrada quando o pneu fura. Ele está sem macaco para trocá-lo (e sem celular). Não passa ninguém na rodovia, porém há uma oficina a 8km. Ele começa a caminhar pelo acostamento até a oficina, imaginando o que acontecerá. 

Vou chegar lá todo sujo, suado, e o dono da oficina vai desconfiar da minha aparência. Não vai acreditar que o pneu do meu carro furou, vai achar que sou um assaltante. Quando finalmente eu convencê-lo de que sou do bem, ele vai querer me vender o macaco em vez de emprestá-lo, vai pensar que usarei a porcaria do macaco dele e depois não vou devolver. O desgraçado vai pedir um valor abusivo pela ferramenta. Terei que gastar uma nota por causa desse canalha, que nem um copo d´água vai me oferecer.

Chegando lá, antes que o dono da oficina abra a boca, ele o empurra e grita: “Não preciso de você pra nada, seu infeliz, pode enfiar seu macaco você sabe onde!”.

É um exemplo espetacular de piada didática: como não se deixar subjugar pela nossa mente doentia.

Vai dizer: a maioria das besteiras que fazemos é fruto dessas elucubrações que vão minando nosso cérebro. Quem não?

O cara está indo buscar a namorada para uma festa. No caminho, vai dando corda à imaginação: “Garanto que ela vai estar de minissaia preta de novo. Fica uma gata, pena que não sou só eu que acho isso. O Bento já espichou o olho pra ela na última vez. Ela reparou, evidente, e está a fim de me provocar. Vive grudada naquele celular, é certo que os dois estão se falando pelo Whatsapp. Ela quer me ver louco de ciúmes só pra se vingar da mensagem que minha ex deixou na minha timeline. O Bento vai aproveitar a nossa crise e partir pra cima dela hoje à noite. Ainda mais com a piranha dando mole com a minissaia”.

Ao chegar à casa da namorada, em vez de dizer que ela está linda, o ogro despeja: “Tá achando que sou otário? Pede pro Bento te levar, não vou mais a droga de festa nenhuma”.

A esposa recebe do marido uma dúzia de rosas vermelhas, junto a um cartão romântico e um e-ticket para Veneza. Começa a conjecturar: “Que maluquice é essa? Essas flores só podem ser para outra mulher e o paspalho do Pedro se confundiu ao dar o endereço para a florista. Com quase 20 anos de casados, é certo que esse Don Juan está aprontando. 

Quando ele chegar em casa, vai perceber a panaquice que fez e mentir que essas palavras doces eram mesmo para mim. Vai dizer que resolveu finalmente realizar nosso sonho de conhecer Veneza. Com o dólar nas alturas, sei. Capaz que vou acreditar. Aquele traste não me ama mais”.

No fim do dia, quando o marido abre a porta, o trovão: “Pedro, quero o divórcio”.

Lembre-se sempre da piada do macaco.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015



19 de agosto de 2015 | N° 18266 
MARTHA MEDEIROS

Educação financeira


Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente compro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que chegue aos três dígitos me faz recuar e pensar.

Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.

Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria com prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.

Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde então. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.

A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desde a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.

Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condomínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.

Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

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